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 18/09/2005 a 24/09/2005


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Jornalista VAL
 

Ai, ai, ai...

Será que vamos ter virada de mesa????

A máfia do apito
VEJA revela na sua próxima edição a existência de uma quadrilha de apostadores de São Paulo e Piracicaba que vem fraudando, pelo menos desde o início do ano, resultados de partidas de futebol para lucrar em sites de apostas ilegais. A quadrilha fazia apostas milionárias nesses sites, espécie de loterias esportivas eletrônicas. As apostas chegavam a 200 mil reais. Para "fabricar" os resultados desejados, a quadrilha subornava pelo menos dois juízes, entre eles, Edilson Pereira de Carvalho, um dos dez árbitros brasileiros cadastrados pela FIFA. Só no Campeonato Brasileiro de 2005, Edilson apitou 11 jogos. Todas as partidas que arbitrou podem ser anuladas, caso o Código Brasileiro de Justiça Desportiva seja seguido à risca. Entre os times que podem ter jogos cancelados, estão: Fluminense, Corinthians, Santos, Botafogo, Vasco, Internacional e São Paulo. A revista traz a transcrição de conversas telefônicas em que os envolvidos combinam o resultado de um dos jogos fraudados.

Fonte: Revista Veja



Escrito por VAL às 22h45
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BBB5 – de 11 de janeiro a 29 março de 2005 – total de 79 dias

Globo.com/Globo.com

A quinta edição do programa foi marcada pelo complô. Logo na primeira semana, o médico Rogério reuniu uma turma de seis pessoas para votar no professor Jean. Ao ser questionado por Bial sobre o porquê de ter levado seis votos, Jean disse que achava que o fato de ele ser gay poderia ter influenciado, colocando mais lenha nessa enorme fogueira. Ao adotar essa estratégia, a Tropa de Choque ou os Inacreditáveis, como ficou conhecida a turma de Gê, foi vendo seus integrantes serem eliminados um a um com altos índices de rejeição.

Enquanto isso, os Defensores Grazi, Jean e Pink caiam nas graças do público, que fazia de tudo para mantê-los na casa.

Mas o BBB5 não teve só complô. Teve também muito romance com o casal Alan e Grazi. O mineiro, inclusive, pertencia à Tropa, mas ao se apaixonar pela miss deixou o jogo de lado e se aproximou de Jean, provando que um hetero pode manter uma amizade com um homossexual.

Participantes: Aline, Alan, Grazielli, Juliana, Giuliano, Karla, Jean, Marcos, Marielza, Natália, PA, Rogério, Tatiana, Tatiane Pink e Sammy.  



Escrito por VAL às 14h23
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BBB4 – de 13 de janeiro a 6 de abril de 2004 – total de 85 dias

Big Brother Brasil

Cida foi a primeira mulher a faturar o BBB. Ela entrou na casa pelo sorteio dos cupons da revista "Quero ser um Big Brother", da Editora Globo.

O BBB4 também foi marcado pelos romances. O mais quente ficou por conta de Juliana e o lutador Marcelo Dourado, enquanto Solange namorou o jardineiro de cemitério Rogério. Solange também ficou conhecida por suas gafes. Chamou brócolis de “broco”, fez a versão “Iarnuou" para a música "We are the world" e divertiu ou chocou os outros jogadores.

As brigas também marcaram o BBB4. E foi também Solange que dividiu com Marcela a mais pesada troca de ofensas do programa até hoje, numa briga que ficaria conhecida como "O barraco do milênio". A lutadora Tatiana também arrumou briga com Juliana logo de cara, carimbando a sua saída logo na primeira semana. Cida, Thiago, a enfermeira Géris, o gerente de loja Cristiano e Sol formaram o grupo dos Superpobrinhos. Eles se uniram em rivalidade ao Clube do Boco, integrado por Marcelo, Zulu, o publicitário Eduardo, o empresário Buba, Marcela e Antonela.
Paticipantes:  Antonela, Buba, Cida, Cristiano, Eduardo, Géris, Juliana, Marcela, Marcelo Dourado, Rogério, Solange, Thiago, Tatiana e Zulu.



Escrito por VAL às 14h13
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BBB3 – de 14 de janeiro a 1º de abril de 2003 – total de 78 dias

Globo.com/Lu Schadek

 

Este talvez tenha sido o vencedor que mais fugiu dos padrões, mineiro Dhomini conquistou o espectador com simpatia e muita malandragem. Conquistou também o coração da mestiça Sabrina com quem viveu um romance dentro e fora da casa. 

O BBB3 veio com duas novidades: a criação do anjo, que garantia a imunidade a um participante, e o pré-paredão, no qual o público escolheu um homem e uma mulher para se juntar aos 12 concorrentes que já estavam na casa.

Pela primeira vez, um concorrente desistiu da disputa. Foi Dilsinho Mad Max. Em seu lugar, o público passou a acompanhar a rotina do polêmico Harry, integrante da Máfia de Cuecas, grupo liderado pelo massoterapeuta Jean Massumi e que contava ainda com a participação do mergulhador Emílio e do modelo Alan.

Participantes: Alan, Andrea, Dilson, Dhomini, Elane, Emilio, Harry, Jean, Joseane, Juliana, Marcelo, Paulo, Sabrina, Samantha e Viviane.



Escrito por VAL às 14h06
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BBB2 – de 14 de maio a 23 de julho de 2002 – total de 71 dias

Globo.com/Lu Schadek

A segunda edição do BBB pode ser definida por três palavras: romance, polêmica e barraco. O romance ficou por conta de Thyrso, Manuela e Fabrício que viveram um triângulo amoroso, “com direito a grude, namoricos e promessas de amor e uma traição insuspeita da lourinha carioca, que namorava o cozinheiro em frente às claras e beijava o gaúcho às escuras”. Thaís ensaiou um romance com Fernando. Não decolou. Insinuou-se para o caubói Rodrigo. Dentro da casa ele não deu bola, mas ao sair engatou um romance, que dura até hoje, com Thaís.

A polêmica esteve lado a lado com o casal Jeferson e Tarciana que proporcionou cenas de sexo sob as cobertas.

O título de barraqueira foi para Tina “que esperneou, bateu panelas, desarrumou as roupas dos outros jogadores, tirou Fernando do sério e conquistou a antipatia de todos na casa”. Tina tanto encheu que pediu, suas malas foram jogadas dentro da piscina.

O vencedor foi o come-quieto do interior, o caubói Rodrigo, que não criou intrigas, nem casos e polêmicas.

Participantes: Cida, Fabrício, Fernando, Jeferson, Manuela, Moisés, Rita, Rodrigo, Tarciana, Tyrso e Tina.



Escrito por VAL às 14h00
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Parte 3: continução

Confira o que já rolou nas cinco edições do BBB:

 

BBB1 – de 29 de janeiro a 2 de abril de 2002 – total de 64 dias

Pela primeira vez, o brasileiro iria espiar um grupo de anônimos trancafiados em uma casa cenográfica. O programa que já era sucesso em quase todo o mundo chega ao Brasil através da tela da Globo.

No BBB1, o papel do vilão coube ao baiano Adriano, o Didi, que “se mostrou polêmico, criou casos e armou os maiores barracos. Criticou principalmente Leka por ter contado que certa vez gastou US$ 4 mil (cerca de R$ 10 mil) em lingerie”, conforme o site Globo.com. Leka, por sua vez, se destacou pelos seus ataques de bulimia. No reservado onde fica a privada da casa, ela forçava o próprio vômito.

E os casais já se formaram logo na primeira edição. A tímida Vanessa conquistou o coração do cabeleireiro franco-angolano Sérgio, que caiu aos prantos ao descobrir sua situação irregular no Brasil.

O grande vencedor do BBB 1 foi o ingênuo Kleber Bambam que se debulhou em lágrimas ao perceber que a boneca Maria Eugênia não estava mais na casa.

Participantes: Adriano, Alessandra (Leka), André, Bruno, Caetano, Cristiana, Estela, Helena, Kléber BamBam, Sérgio, Vanessa e Xaiane.



Escrito por VAL às 13h42
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Vamos dar uma espiadinha: parte 3

OS PERSONAGENS

 

Muito do sucesso do programa está na escalação do seu elenco. Para isso, quanto mais distintas as personalidades, maiores os conflitos e a audiência.

Os interessados em participar dessa aventura preenchem um questionário que é publicado na internet (www.globo.com/bbb) quatro meses antes da realização do programa. Nesta inscrição prévia, os candidatos preenchem questões do tipo “você já foi preso”, “com que freqüência fica bêbado”, “já foi processado”, “descreva ser par ideal”. Com esse material em mãos, além de uma fita VHS com 5 minutos de gravação que os concorrentes devem enviar junto com o questionário, os produtores vão formando os chamados perfis dos possíveis participantes, confrontando-os e pensando em futuras brigas, amizades e romances.

O diretor do BBB, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boninho, descreve o que procura quando faz a seleção dos participantes para o programa: “o que se quer são figuras interessantes, gente que sirva para fazer uma boa festa. Tem que ter a barraqueira, o cara engraçado e por aí vai. São as reações dessas pessoas juntas – os conflitos, as armações, as tensões, o humor e os romances – que farão a receita”, disse revelando o perfil dos confinados, em entrevista à revista Playboy, em 2002. “Apostamos em romances, intrigas e tudo o que possa ser potencializado pelo confinamento. O público quer ver o circo pegando fogo”, revelou Boninho à revista Isto É Gente.

O estudioso François Jost diz que o espectador acaba vendo sempre os mesmos personagens nos reality shows, ou seja, estarão lá o fortão, o vilão, a gostosa, a moça pobre, a “barraqueira”, como definiu Boninho. “É tudo muito estereotipado para ser real”, comenta acrescentando que não há nenhuma diferença entre Brasil e França nesse ponto, são os mesmos tipos de personagens. No entanto, engana-se quem pensa que essa repetição dos participantes pode fazer com que o programa caia na mesmice. Isso não ocorre porque cada concorrente, por mais parecido que seja com outro já existente, sempre vai ter um diferencial. É como define a editora-chefe do programa, Fernanda Scalzo: “nós combinamos as pessoas, mas não sabemos o bicho que vai dar entre eles”. E, como aconteceu na 5ª edição, muitos jogadores mudam o comportamento durante o jogo, passam por uma transformação devido à pressão do confinamento. Assim como em uma novela, o vilão vira bonzinho, o sapo vira príncipe. Um exemplo é o mineiro Alan, do BBB5, que no início da disputa pertencia ao chamado “grupo do mal”, que não era visto com bons olhos pelo público, mas bastou a ele ceder aos encantos da miss Grazielli, e mudar certas atitudes, para ser visto como bonzinho pelos espectadores. 

É importante ter pessoas diferentes com características de identificação simples, mas que vão assumindo diferentes papéis ao longo do programa, surpreendendo e revelando novas características.

Para a antropóloga Sílvia Borelli, da PUC SP, a seleção dos participantes é muito importante. “Há uma preocupação muito grande em mapear o imaginário cultural do país e diferentes segmentos da sociedade”, revelou à Folha de S. Paulo, acrescentando ainda que há a presença constante de três grandes grupos na seleção de participantes. São eles: as “beldades”, os grupos mais “populares” e a presença de negros e homossexuais.

A socióloga francesa Monique Dagnaud acredita que os participantes de reality shows têm um percurso profissional instável e, na maioria das vezes, sofrem de carência afetiva e indeterminação em relação ao futuro. Monique revela ainda que a TV é o caminho mais curto para o sucesso, de acordo com os participantes do BBB.

O psicoterapeuta Ari Rehfeld também concorda que os integrantes de reality shows sofrem de carência afetiva. “Já chegam carentes e a carência é potencializada lá dentro pela pobreza de relações”, revelou a Isto É Gente.



Escrito por VAL às 13h36
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Só faltava essa...

Roberto Jefferson pode ter programa na Band

Comenta-se, à boca pequena, nos bastidores da Bandeirantes, a história de que o polêmico Roberto Jefferson poderá ter um programa na emissora. Pivô da crise no governo Lula e com seu mandato de deputado cassado por quebra de decoro parlamentar, Jefferson, que já andou declarando a vontade de voltar à atividade artística, estaria na mira da emissora paulista.

Para os que não lembram, Jefferson conseguiu notoriedade como advogado dos pobres, no programa O Povo na TV (SBT), na década de 80. Em uma de suas idas à Band para dar entrevista, teria recebido convite para comandar uma atração no canal. Recentemente, ele participou do programa Canal Livre.

O interesse em ter o polêmico ex-político na programação da Band seria pelo fato dele ter rendido bons índices de audiência nas entrevistas que deu, discorrendo o seu rosário de acusações contra membros do governo Lula. O jeito truculento e teatral de Jefferson, perfil que costuma funcionar bem com o público, seria a arma da Band para aumentar o seu IBOPE.

OFuxico entrou em contato com a assessoria da emissora de Johnny Saad que, no entanto, negou a informação.

Porém, fontes ligadas à emissora garantem que o assunto circula, sim, pelos corredores do canal, no Morumbi.

É esperar para ver.

Fonte: site O Fuxico



Escrito por VAL às 13h21
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Planta da casa do BBB5

A ESTRUTURA DO BIG BROTHER BRASIL

 

 

         O BBB funciona da seguinte maneira: 14 pessoas (7 homens e 7 mulheres) são confinadas em uma casa vigiada por várias câmeras e microfones durante 24 horas por aproximadamente três meses. Todos os moradores da “casa mais vigiada do Brasil” ficam isolados do mundo exterior, sem TV, jornais, rádio, internet e comunicação com a família. Como se isso não bastasse, os confinados ainda são submetidos a provas para a obtenção de comida, escolha de líder (que ganha a imunidade por uma semana e tem de indicar um colega para o julgamento do público) e escolha do anjo (que tem a chance de dar a imunidade para um amigo de confinamento).

Pela carência e falta de amigos, os moradores vão criando laços e desafetos. Vários romances já surgiram, e a partir do confinamento as reações são as mais imprevisíveis. De uma peruca vermelha pode nascer um barraco histórico e após uma troca de olhares e várias conversas ao pé do ouvido um novo casal pode trocar beijões, ou algo mais, embaixo do já famoso edredon.

Muitos candidatos têm um colapso emocional e choram de saudade dos amigos que já saíram da casa. “O paredão é como a morte na vida real”, contou Jean, vencedor do BBB5, no programa Sem Censura, da TVE, em junho de 2005. O participante que não agüentar a barra pode deixar a casa, mas estará excluído do jogo. Caso algum concorrente tenha problemas de saúde, ele vai até o confessionário aonde um médico irá atendê-lo. Um psicólogo também estará a disposição da galera neste mesmo local.

Na última edição do programa, a rotina dos participantes era a seguinte: na quarta rolava a festa temática; na quinta, o novo líder; na sexta era conhecido o anjo; no sábado mais festa para aliviar a tensão já que no domingo o clima esquentava, pois era a hora da votação e indicação de dois jogadores para o “paredão”; segunda foi instituído o dia das compras da semana e, finalmente, na terça dois candidatos iam para o paredão disputar a preferência do público que vota por telefone, mensagem de celular e internet. Vence o último a sair da casa que, na mais recente edição, faturou um prêmio de um milhão de reais.

Os confinados precisam obedecer a certas regras como levar a própria roupa, preparar a comida e limpar a casa. Quem agredir outro participante ou quebrar algo na casa por espontânea vontade é eliminado da competição.

A partir da 4ª edição foi criado o “Big Boss”, mais uma ferramenta de interatividade com o público. Nas noites de quinta-feira, os espectadores deviam decidir – pelo telefone – entre duas tarefas a serem cumpridas pelos participantes. Os confinados já tiveram de usar orelhas de burro, recitar poemas e até mesmo, os homens, vestir-se de drag queem.

Geralmente o BB é exibido no verão, tanto no Brasil quanto em outros países, pois isso permite que os corpos fiquem à mostra, evidenciando músculos e curvas femininas em big closes a beira da piscina. O corpo sempre é muito explorado nesse tipo de atração. Um exemplo foi a ênfase dada a personagem Karla, do BBB5, a qual engordou alguns quilinhos durante o confinamento. As imagens dessa convivência são transmitidas pela Rede Globo em flashes durante a programação e em um programa diário, editado, com a duração variada e apresentação do jornalista Pedro Bial. Há também a transmissão em PPV 24h por dia e programas especiais no canal por assinatura Multishow.



Escrito por VAL às 14h25
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Copa Sul Americana

Pela Copa Sul Americana, no Paraguai, ontem:

Cerro Portenho 2X2 Boca Júniors.

Ainda tem a partida de volta na Argentina. O vencedor deste confronto pega INTER ou Rosário Central pela semi-final da Sul Americana. O Inter já venceu a primeira partida na Argentina por 1 a 0. O jogo de volta é na próxima quinta, 29/09, no Beira Rio, em Porto Alegre.



Escrito por VAL às 13h59
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Dá-lhe COLORADO!!!!

Página Inicial - Sport Club Internacional

E o colorado venceu mais uma fora de casa. Foi ontem, contra o Fortaleza no Ceará. O Inter venceu por 2X1, com gols de Ricardinho, que por sinal se machucou e deve ficar de fora por algumas rodadas, e Rafael Sóbis. O colorado segue isolado na liderança do Brasileirão com 50 pontos.

Demais resultados:

Fla 2X2 Flu; Santos 2X1 Palmeiras; São Paulo 3X2 Cruzeiro; Paraná 4X1 Paysandu e Goiás 4X1 Brasiliense.

 



Escrito por VAL às 13h52
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Vamos dar uma espiadinha: BBB, parte 1

Vou publicar uma série de textos que escrevi sobre o BBB, lá vai o primeiro:

Depois de ler um artigo de revista, um empresário holandês teve a idéia de um programa para a TV: filmar, dia e noite, homens e mulheres, trancados em uma casa feito ratos de laboratório. Nascia aí o Big Brother (BB), em setembro de 1999 com 55% de audiência na TV holandesa.

O empresário holandês em questão é John Demol, cuja empresa, a Endemol, já produz hoje trezentos programas para todo o mundo, sendo que o Big Brother é o maior sucesso em 25 países, incluindo o Brasil.

Cerca de 2 bilhões de pessoas já deram uma espiadinha. No Brasil, o programa estreou em janeiro de 2002 e em sua 5ª edição tornou-se o BB mais visto no mundo. O sucesso é tanto que a Rede Globo, emissora que transmite a atração, já tem mais duas temporadas (2006 e 2007) acertadas. A emissora até poderia produzir duas temporadas por ano, mas a idéia é manter o ritmo atual de uma série por ano para evitar desgastes.

Na Alemanha, o programa enfrentou problemas e quase não foi ao ar, pois políticos e religiosos o acusaram de “violar a dignidade humana”. A realização do BB alemão só foi possível após o acordo de que as câmeras fossem desligadas, diariamente, durante uma hora. Já na Inglaterra, um dos personagens do programa ameaçou um concorrente com uma faca no pescoço. Foi na edição britânica também que o BB recebeu mais votos do que a eleição para a câmara. No Oriente Médio, homens e mulheres dormem em casas separadas. Nos EUA já há o Reality Central, um canal de TV dedicado exclusivamente a transmissão de reality shows. O BB espanhol teve mais audiência que a Copa do Mundo de 2002.

Muitos vêem esse tipo de programa como uma afronta à sociedade. Dizem que nos reality shows o sexo é muito disseminado. No entanto, há muito menos cenas eróticas no Big Brother Brasil (BBB) do que na novela das sete. O que pode surpreender os mais puritanos são alguns palavrões que geralmente escapam em uma transmissão ao vivo. E, por isso, pode não parecer, mas o BBB é um programa de família. Atinge a todas as faixas etárias e pode ser visto na sala de estar sem constrangimentos. De acordo com Pedro Bial, o BBB é um programa de conteúdo adulto, feito pela Endemol para vender a segunda emissora de cada país, para que esta chegue à liderança. “Só que no Brasil, o SBT roeu a corda. E no Brasil o BBB virou um programa de família, tem público infantil, faz muito sucesso entre crianças e pré-adolescentes”. E Bial tem razão, conforme uma pesquisa feita em 2002 pelo Ibope, o BBB era o programa mais assistido por crianças de 4 a 11 anos, que representavam 22,4% da audiência. Além disso, 58,5% dos telespectadores são mulheres, conforme o Datanexus. De cada 100 espectadores, só três têm curso superior completo. A maioria (65,6%) não concluiu o ensino fundamental.

Apesar de muito criticado e visto com preconceito pelos intelectuais, o BBB traz uma contribuição para a sociedade, mesmo que esse não seja seu objetivo e nem sua intenção. O programa proporciona debates e análises sobre a produção televisiva. De tanto falar sobre isso, o espectador vai desenvolvendo um olhar mais crítico a respeito do poder da manipulação da mídia e da ética. Além disso, nenhum político consegue arrecadar tantos votos quanto os participantes de reality shows, sendo que o voto em políticos é obrigatório e gratuito, o voto em BBB´s é espontâneo e, se for feito por telefone, é pago.



Escrito por VAL às 15h22
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Boa sorte, colorado!

Hoje tem jogo do Inter contra o Fortaleza, no Ceará. A partida começa às 19h30min.



Escrito por VAL às 14h26
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